02/11/2009

Criança; a alma do negócio

Como disse o meu namorado: curioso, no mínimo.

O consumo infanto-juvenil em números

- Bastam apenas 30 segundos para uma marca influenciar uma criança.
- 80% da influência de compra dentro de um lar vem das crianças
- Dinheiro é a primeira opção de presente no Dia das Crianças
- 48% das crianças das classes A e B possuem celular
- O número de jovens que têm a primeira relação sexual antes dos 15 anos subiu de 11% para 32% na última década
- 80% da publicidade de alimentos dirigidos às crianças são de alimentos calóricos, com alto teor de gordura e de açúcar e pobre em nutrientes
- 30% das crianças brasieleiras estão com sobrepeso e 15% são obesas
- O Brasil é o país onde as crianças mais assistem televisão no Mundo, em média 4h19 por dia
- O mercado infantil movimenta 130 milhões por ano no Brasil


23/10/2009

Eco 4 Planet



"O eco4planet utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios."

Faça do Eco4planet sua página principal e contribua para o plantio de árvores e economia de energia!

17/10/2009

A escola no Brasil deixa de ser laica

Um acordo entre o Brasil e o Vaticano, que estabelece uma relação jurídica com a Igreja Católica no país, foi aprovado pelo Senado.

Não está sabendo? Leia aqui ou aqui. Se preferir, leia diretamente o projeto assinado pelo Senado.


Minha humilde opinião: Não sou contra o ensino religioso nas escolas, desde que ela não privilegie nenhuma religião específica, mas sei também que é praticamente impossível abordar todas, desde as mais desconhecidas e respeitar, ao mesmo tempo, até aqueles que não têm religião ou são ateus. Como eu vi em algum dos artigos que eu li para fazer esse post, “não podemos considerar que a questão ética, a questão moral, o valores sejam privilégios das religiões”, por isso acho que o ideal seria a obrigatoriedade de uma disciplina como a que eu tive em uma das escolas que eu estudei, chamada “Educação e Valores Humanos”, que abordava “questões religiosas” sem entrar em nenhuma religião específica.

Mesmo o catolicismo sendo a religião mais comum no Brasil, não acredito que o ensino dele deva ser obrigatório, ainda mais nas escolas públicas – porque religião é uma questão de fé, e não há coisa mais pessoal e íntima do que isso.

E só para mostrar porque eu não acho certo: tenho certeza que os alunos não católicos serão discriminados por suas crenças (ou não-crenças) tanto pelos alunos quanto pelos professores. Ou um professor católico, que está lá para ensinar catolicismo, iria gostar, uma vez que eu sou espírita, de ouvir a minha visão de mundo, vida e morte? E como ele me avaliaria? “Ah, essa daqui diz que não existe inferno, zero para ela”.

Sinceramente, religião não se discute, muito menos se impõe.

11/10/2009

Espectros políticos

Para começar: no final do século XVIII, o sistema político francês era composto por três grupos, os chamados Estados Gerais: o clero, a nobreza e o terceiro estado, que era formado pelo restante da população. O terceiro estado era o único que tinha a obrigação de pagar impostos além de outras injustiças. Nas Assembléias Legislativas, o clero e a nobreza se sentavam do lado direito do rei, e o terceiro estado, do lado esquerdo. Foi assim, pela característica desses grupos que se originaram os conceitos de direita para os conservadores, e de esquerda para a oposição.

De forma geral, a “esquerda”, cujo foco está nos valores da igualdade e da solidariedade, “somos todos iguais aos olhos de Deus”, são os socialistas e os sociais democratas; o comunismo é o extremo da esquerda. Partidos considerados “de direita” dão ênfase ao liberalismo econômico e na eficiência da economia, “somos todos iguais aos olhos de Deus, mas cada um procura a sua própria salvação” e suas correntes políticas são o liberalismo, neoliberalismo e conservadorismo; ou, quando extremos, nazismo ou fascismo.

É importante ressaltar que hoje em dia essa distinção é um pouco mais maleável, uma vez que os partidos podem passar de um lado para o outro de acordo com os seus interesses políticos.

22/08/2009

Faça xixi no banho



Uma campanha SOS Mata Atlântica
.